ESSA É DE LASCAR...
ACONTECEU NA CIDADE DE MOSSORÓ - ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
VEJA QUE DESCASO DESSE (SUPOSTO) PROFISSIONAL DA ÁREA MEDICINAL!!!
Olá a todos, meu nome é Mackson Matheus, sou estudante de mestrado em física da UERN. Me desculpem o modo impessoal de tratá-los, mas quem me conhece sabe que não o faria se não fosse extremamente necessário.
Para divulgar os fatos que narro a seguir, utilizo-me de um artifício que sempre rejeitei em meus e-mails, as correntes. Apelo para este recurso, pois alguns meios de comunicação se fazem de surdos, cegos e mudos para não verem seus “chefes” em maus lençóis. Passo agora a narrar o acontecido que, de tão irreal, não permite que
utilizemos a palavra absurdo.
A Sr. Maria Jurací Pereira Nepomuceno, 75 anos, minha avó paterna, iniciou um tratamento contra o câncer de mama em 2007 no Centro de Oncologia da cidade de Mossoró. Durante estes últimos quatro anos a paciente foi muito bem tratada por todos aqueles que fazem parte daquele Centro, inclusive a pessoa maravilhosa de Dr. Cure de Medeiros, chefe do local.
Neste período a minha avó passou por duas angioplastias, dois cateterismos, duas mastectomias (retirada da mama), radioterapia e submetida à visitas mensais ao Centro de Oncologia em Mossoró, sem contar os diversos exames necessários para o acompanhamento da evolução da doença.
O tratamento ocorreu de forma maravilhosa, se é que podemos utilizar esta palavra para esta doença, pois esta estava controlada. Porém, nos últimos três meses o câncer evolui para regiões do abdômen, como fígado e pulmão. Ocorreu também, uma paralisia facial no fim de Janeiro deste ano. Diante da abrupta evolução do quadro da idosa, o médico Dr. Cure decidiu pela quimioterapia, procedimento que exigira a colocação de um catéter na região do pescoço para receber a medicação.
Procuramos, para nosso atual infortuito, o Dr. Yvis Gadelha Serra (CRM 4007), que inicialmente se mostrou bastante educado, face que viria a mudar no dia da cirurgia. O procedimento para a colocação do catéter foi marcado para o dia 17 de fevereiro de 2012 na Casa de Saúde Dix-Sept Rosado, estivemos no local às 8:00h como combinado e a paciente foi levada para a cirurgia. Com uma hora de procedimento o médico nos aparece bastante exaltado dizendo que não havia colocado o catéter, pois havia sido ofendido pela senhora de 75 anos. Minha avó saiu da sala de cirurgia muito abalada com duas incisões no pescoço abertas e a pressão arterial em 18/12, verificada posteriormente no Centro de Oncologia, onde tivemos todo o apoio após o ocorrido. As enfermeiras presentes confirmaram a versão dada pela idosa, de que o médico não estava conseguindo colocar o catéter na região do pescoço e iria tentar na coxa, quando a paciente perguntou se não haveria anestesia, o médico respondeu grosseiramente com outra pergunta: “você pagou por anestesia por acaso? não quero mais nem ver você na minha frente”, seguido do ato de rasgar o cheque do pagamento na frente da paciente cardíaca e sair da sala de cirurgia.
Revoltados, procuramos o Conselho Regional de Medicina, CRM, e denunciamos o médico. Também procuramos a Delegacia Especializada em Assuntos da Mulher, DEAM e o Ministério Público, todos os órgão se mostraram surpresos e revoltados com a atitude do médico.
Mas o catéter ainda precisava ser colocado, então procuramos um médico de confiança de Dr. Cure, o Dr. Francisco Pinto, em Natal. Nesta consulta, nos fora informado que, se esperássemos pelo SUS, teríamos ainda de 20 a 40 dias de espera. Mas, o tratamento está interrompido há um mês, então como não podíamos esperar mais, optamos pelo procedimento particular que custa R$ 3.900,00.
Dr. Yvis Gadelha fica sabendo desta nossa consulta e propõe um acordo por telefone: se retirássemos a denúncia no CRM ele iria pagar a colocação do catéter. Em um ato de desespero, já que não tínhamos o dinheiro, no dia 22 de março, não só retiramos a queixa, como prometemos não entrar com ação indenizatória por danos morais e materiais e nem divulgar o caso à imprensa.
Fizemos nossa parte, com muito embrulho no estômago por não vê-lo pagar pelo que fez, mas infelizmente o médico não fez a parte dele. Tentamos até o dia 24 de março, convencer (vejá só!) o médico da necessidade urgente da idosa. Este se mostrou extremamente frio, indiferente e sem palavra, retificando várias vezes o que havia dito e afirmando que só poderia ajudar a paciente se ela aceitasse se ele ou um amigo dele fizesse a cirurgia, situação prontamente rejeitado pela família por total falta de confiança no médico.
Como o médico se mostrou sem o mínimo de humildade e humanidade, decidimos por recolocar a queixa no CRM, entrar com ação indenizatória por danos morais e divulgar o caso. Para o último ponto, divulgar o caso, conto com sua ajuda, pois esse monstro não pode continuar impune.
Lembre deste nome: DR. YVIS GADELHA SERRA (CRM 4007). Desta vez foi conosco, amanhã poderá ser com você ou algum parente seu.
CUIDADO: O Dr. Yvis Gadelha Serra continua fazendo consultas e cirurgias no Hospital Wilson Rosado (Mossoró-RN)
Mackson Matheus França Nepomuceno
Tel.: (84) 9411 6025
Mestrando em Física pelo Programa de Pós Graduação em Física da parceria UERN-UFERSA
Ciberativista do Greepeace desde 2008
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